sexta-feira, 16 de outubro de 2009

In the Shower

Sim, eu estava bêbada! E se não fosse por ele, não sei se chegaria em casa, pois mal conseguia ficar de pé. Entramos em meu apartamento, com ele me amparando em seus braços pela cintura. Pedi para que me colocasse na cama, mas ele negou, me levando diretamente pro banheiro. Começou a desabotoar minha blusa, eu não resisti. Abriu o zíper da minha saia, que tirou com cuidado, para que eu não caísse. Nossa, como ele era forte!


Ainda me segurando, abriu o chuveiro e deixou a água morna. De calcinha e sutiã, colocou-me debaixo do chuveiro, enquanto eu protestava, mas sem muita força. Enquanto me segurava, ficou falando bobagens, tentando me distrair. Hipnotizada, não conseguia prestar atenção em outra coisa que não fosse seu rosto. Era moreno, alto, com olhos escuros e profundos, lábios carnudos e um sorriso perfeitamente branco. Sim, este era meu melhor amigo. Como havia conseguido resistir à sua beleza por tanto tempo?


Decidi tentar uma loucura e puxei-o para debaixo da água também. Minha surpresa foi quando não resistiu; devia estar bêbado também. Ele encostou na parede do box, ainda me segurando. Ficamos alguns instantes parados, enquanto, de costas para ele, a água caia em meus ombros. Fui indo levemente para trás, até encontrar seu corpo e jogar meu peso sobre ele, deixando sua boca a centímetros de meu pescoço. Passou a mão em volta da minha cintura, puxando-me pra ele. Ainda de costas, levei minha mão até seus cabelos. Estávamos perdendo a cabeça!


Virei-me um pouco bruscamente, perdendo um pouco a respiração quando nossas bocas se aproximaram, ainda sem se tocar. Ficamos alguns segundos nos olhando, com olhares intensos e cheios de desejo. Será que ainda dava pra voltar a trás? Não, acho que não. Nossos corpos se atraíam, não tinha como parar. O momento foi quebrado com um beijo ardente e molhado. Nossas mãos percorrendo o corpo do outro, ele tirando meu sutiã, eu, desabotoando sua camisa.
Seu peito era escultural, másculo, sem muitos pêlos. O encontro de nossos corpos nus foi uma sensação indescritível. Podia sentir seu coração acelerado, assim como sabia que ele podia sentir o meu. Continuávamos nos beijando e nos tocando.


Para provocá-lo, parei subitamente, saindo do banheiro. O efeito do álcool havia passado, restando apenas o desejo em meu corpo. O contraste do quente da água com o ar fresco me deixou arrepiada. Puxei-o pela mão, seguindo em direção à cama. Ele me puxou para perto, continuando o caminho. Deitou-me na cama, sem se importar de que estávamos molhados. Tirou a calça e pude contemplar seu corpo perfeito e nu. Debruçou-se sobre mim e puxou minha calcinha. Percorrendo meu corpo com a língua. Sentia sua respiração quente e entrecortada, me deixando ainda mais arrepiada e louca de tesão. Deitei-o na cama, era minha vez de retribuir. Beijava e mordiscava sua pele molhada, provocando-o. Quando nossos corpos se encaixaram, já estávamos em êxtase. Movíamos no mesmo ritmo, numa sincronia perfeita, acelerando e pausando em seguida. Minha boca cobria cada parte acessível do seu corpo de beijos. Ele me segurava, hora pelo cabelo, hora pelo quadril, não deixando que o movimento frenético cessasse.
Rolamos, para que ficasse em cima de mim. Com a intenção de prolongar o momento, percorreu, mais uma vez, cada centímetro do meu corpo, com a mão e com a língua. Não sabia por quanto tempo mais agüentaria esta provocação. Meu corpo o desejava, queria que voltasse para dentro de mim, ansiava por seu toque.


A cada vez que estávamos chegando ao final, parávamos, alternadamente, para provocar ainda mais nosso desejo. Rolamos por toda a cama, deixando que os sentidos nos guiassem. Estávamos cegos a qualquer coisa que não fossem nossos corpos se tocando, nossas bocas se beijando avidamente. Arranhava suas costas, enquanto ele apertava minha coxa, segurava com força meu quadril, agarrava minhas costas, aproximando-me ainda mais.


Acho que pela primeira vez, atingi o clímax ao mesmo tempo que meu parceiro sexual. Sentir seu corpo inteiro se contraindo, inclusive dentro de mim, enquanto eu tinha espasmos de prazer, foi uma sensação única e ainda mais prazerosa, o final perfeito para uma louca noite de sexo.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009



A mordida
Desliza sobre sua pele o branco escarlate
Agudo gelado,
Quente...penetrando seus poros
Minha pele palida...meu corpo inteiro sendo possuido
E quando te possuo vc me toma completo
E milhoes de moléculas de extase transpassam nossos corpos
Eu grito e a voz vem de sua boca, de seu sangue , minha vida
Em taças de cristal fogo liquido em meus labios...seus labios, suas veias, meus dentes
Nossas mãos se apertam , se moldam, se estendem, num espasmo , quase uma dor...um romper de céus, de infernos.

Uma unica fusão
E eu? Eu mergulho ao pricipicio dos meus limites
Apenas e somente quando tenho você
E quando corre o sangue, e corre o gozo, corre o prazer.E Finalmente. O encontro.

No ritmo da música....

As luzes me deixavam tonta. Misturadas às bebidas que havia consumido, tinham um ritmo frenético. Dançava como se ninguém estivesse olhando, seguindo com o corpo o movimento das luzes e da música eletrônica, de olhos fechados. É engraçado como me sinto sexy com a combinação de vestido curto, salto alto, uma boa música e uma dose de Absinto.
Parei para pegar mais uma dose. Enquanto me dirigia ao bar, sentia os olhos daquele estranho me devorarem, me despirem – impossível não notar. Trocamos um olhar de desejo e me debrucei no balcão, à espera do barman.


Era incrível a forma como ela dançava. Senti que poderia ficar olhando para sempre, torcia para que a música nunca parasse. Era linda e sexy, a combinação fatal para uma mulher. Sua pele era branca, seus cabelos tinham um tom cobre incrível, combinando com olhos claros – uma pena não conseguir definir a cor dos olhos por conta do escuro.
Ela parou, para o meu desespero, mas que durou pouco, pois ela andava de uma forma mais sexy ainda do que sua dança. Como isso era possível? Já a desejava e tenho certeza de que deixava transparecer esse desejo em meu olhar.
Fiquei feliz em ter meu olhar retribuído, ainda mais percebendo que era da mesma intensidade do meu. Quando se debruçou, pude ver, por seu decote, seios firmes e tenros.
Me ofereci para pagar uma bebida, que ela aceitou, fazendo um biquinho com seus lábios carnudos e vermelhos. Sua beleza me hipnotizava. Sabia que, se permanecêssemos ali, nossa conversa duraria menos de 10 minutos, tempo suficiente para saber apenas seu nome, além de outro detalhe banal e que logo em seguida ela iria embora. Por isso a chamei para dançar, levando-a para a pista. Foi com surpresa e prazer que constatei que ela não resistia.


A voz deste homem era incrível, grossa, mas ao mesmo tempo firme e suave. Seu sorriso era irresistível, acompanhado de uma covinha no queixo, deixando seu rosto ainda mais másculo. Sua pela era um pouco mais morena que a minha, seus cabelos negros e bagunçados, com olhos igualmente negros e profundos. Seus braços fortes estavam definidos por uma camisa justa, com corte impecável. Não havia conseguido responder a nenhuma pergunta, sendo capaz apenas de consentir. Quando dei por mim, já estávamos na pista de dança, dançando de forma envolvente, com nossos corpos colados.
Finalmente uma música de ritmo um pouco menos acelerado, mas ainda assim forte. Quando passou seu braço por minha cintura, pude sentir um arrepio de prazer percorrendo meu corpo. Seu rosto grudado ao meu, sua respiração em meu pescoço.


Estava ficando cada vez mais excitado. Até onde poderia agüentar esta provocação? Quando passei meu braço pela sua cintura, ela agarrou meu cabelo na nuca e pude sentir que estava tão excitada quanto eu. Aos poucos, sem perceber, íamos para um canto escuro da área VIP. Encostei-a na parede, onde finalmente pude beijá-la, sentindo seus lábios macios e sua língua quente, percorrendo meus lábios. À medida que o tesão aumentava, ela puxava ainda mais os cabelos de minha nuca, arranhando, simultaneamente, a base das minhas costas por baixo da camisa. Aquilo estava me deixando louco. Prendi-a um pouco mais na parede, enquanto beijava do seu queixo ao pescoço, as mãos percorrendo suas curvas perfeitas da cintura, que podia sentir por baixo do vestido curto. Ah! Um vestido! Que roupa mais propícia para a ocasião.


Não conseguia agüentar. Esta dose extra de hormônios me deixava ainda mais tonta, sem ter clareza dos meus movimentos. Só podia sentir suas mãos fortes percorrerem todo o meu corpo. Esqueci-me de onde estava e de quem era, só pensava no momento em que nossos corpos se uniriam. Sua mão já estava por baixo de meu vestido, acariciando-me. Gemia baixo em seu ouvido e percebia sua reação a este ato. Precisava me lembrar de agradecer quem teve a idéia brilhante de eu sair sem calcinha, para não marcar sob o vestido. Enquanto minha mão percorria seu peito seminu, senti-o penetrar-me, me levando às alturas. Seguindo o ritmo da música, que havia aumentado novamente, nossos corpos dançavam, mas de uma forma diferente dos demais. Nossas mãos exploravam nossos corpos, nossas bocas estavam sedentas e nossa respiração irregular e quente. No ápice desse ritmo, cravei minhas unhas em suas costas, percorrendo toda sua extensão. Pude sentir seu corpo se contraindo a estes movimentos, combinados com a explosão. Instantaneamente, nossos corações aceleraram, deixando nosso corpo mole, nossa respiração cortada, enquanto nos beijávamos. Nos afastamos um pouco, nos permitindo olhar nosso objeto de prazer. Durou pouco, mas tempo suficiente para nos recuperarmos e acendermos, novamente, a paixão em nossos corpos.
Esta noite ia ser longa.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Sensualidade

Senso, sinto.
Sentidos.
Porta fechada.
Desejo.Um suspiro. Um alivio.
Senso. Sinto.
Sensual acontece quando você abre esta porta e seus olhos me encontram e eu encontro você.
E quando eu vejo: desejo. Você vê: sensualidade. Nós vemos toques e dedos.
Entre - laços
Eu sinto. Eu senso. Você sabe.
E no Terceiro olhar.
Abraços.

Sensualité
Sens, je sens.
Sentis.
Porte fermée.
Désir. Un soupir. Une tranquilité.
Sens. Je sens.
Sensuel, il arrive quand tu ouvres cette porte et leurs yeux me trouvent et je trouve toi.
Et quand je vois : Désir. Tu vois : Sensualité. Nous voyons des touches et des doigts.
Entre - des lacets
Je sens. Je sens. Tu sais.
Et en le Troisième regard.
Embrassement

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Acordos

Adoraria compor um poema
Que em tudo rimasse
Rimas perfeitas, ricas e raras.
Que tivesse a sonoridade de uma valsa
E a profundidade de um abismo
Mas ai de mim! Pobre mortal
Não sei rimar, não sei compor!
As palavras caçoam de mim
Vilãs cruéis!
E Dançam músicas loucas
Sem beleza, sem kosmos
Queria eu ser Poeta!
E obrigar jovens a escandir!!!
Uma, duas, três...
Caberia aqui uma elipse?
Meu nome não será eterno,
o destino me privou este prazer!
Tudo bem aceito minha sina resignado.
Já que os deuses me privaram do dom das musas
Quero fazer negócio oposto ao de Aquiles:
Se aquele trocou a vida pela imortalidade do Nome
Que meu Nome morra! Palavra Inútil.
Mas que fique eu aqui
Bailando loucamente as palavras,
enlouquecendo as gramáticas
E coleções de “belas letras”

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Nosso Blog


Com interesses em comum sobre Vampiros, RPG e sexo livros, 3 amigas decidiram criar este cantinho para postar seus loucos contos.


Cada uma com sua, digamos, especialidade, e Entre Contos e Encontros, esperamos agradar a todos.




Enjoy!!!

Sunshine and Chocolate





E a Fê!!!!!

domingo, 20 de setembro de 2009

And Me!!!


Me

 
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